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“Foi agredido como um animal peçonhento”, diz Ministério Público sobre assassinato brutal de Moïse

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Nesta segunda-feira (21), o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou os responsáveis pelo assassinato de Moïse Kabagambe, no dia 24 de fevereiro.

De acordo com o documento, os agressores agiram com “vontade livre e consciente de matar”. Ao pedir a prisão preventiva dos agressores, o promotor de Justiça Alexandre Morilo Graça declarou o seguinte:

“Em liberdade, os denunciados poderão causar risco à instrução criminal, em especial contra a família da vítima, pessoas socialmente vulneráveis”.

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Ficou concluído que o crime foi praticado por motivo fútil, com emprego de meio cruel, de acordo com o texto,”a vítima foi agredida como se fosse um animal peçonhento”, e sem possibilidade de defesa.

Segundo a investigação apontada pelo MP-RJ, no dia do crime, a vítima de 24 anos discutiu com Jailton, no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca.

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Neste momento, o denunciado Brendon Alexander Luz derrubou o jovem congolês, imobilizando-o, “sendo certo que Moïse Mugenyi Kabagambe já caiu indefeso”, afirmou o órgão.

Após ser imobilizado, Moïse foi espancado com um taco de madeira por Fábio Pirineus da Silva. O ato foi continuado por Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca.

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“Mesmo sem reagir, a vítima foi amarrada por Brendon e Fábio, sendo deixada caída, sem nenhuma defesa”, afirmou o MP-RJ. A dupla já possuía antecedentes criminais.

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